Minha experiência com a Constelação Familiar

por um bem maior (1)Difícil colocar em papel tudo que acontece, tudo que sentimos, tudo que melhora… Bem difícil! Leiam esse depoimento. Percebam a grandeza, a profundidade e a expansão desse trabalho que mistura amor, física quântica, neurociência e cognição chamado CONSTELAÇÃO SISTÊMICA. 

Leiam e saibam, concordo plenamente com a Bia: “É uma experiência única que deveria ser obrigatória a todos”… 

“Tive um ano muito agitado em 2018. Meu namoro se firmou e decidimos nos casar. Eu umbandista, ele… nada. Na semana que fomos morar juntos, meu pai adoeceu (teve um infarto e três AVCs. Foi salvo por milagre). Meu pai fez sua passagem, mas não sem dizer que nos dava sua “benção” e que me casar era o caminho certo a tomar. Já havíamos decidido casar em Janeiro, apenas três meses após a morte dele. Haviam muitas coisas não resolvidas. E, pela mão sábia da Mãe Mônica, fui guiada a fazer uma constelação algumas semanas antes.

Inicialmente, não aceitei o que estava sendo exposto. Não aceitava me posicionar, sair da minha área de conforto emocional (aparente). A Constelação nos confronta, nos coloca de frente com verdades que não queremos aceitar, seja por nossas crenças limitantes, seja por nossa teimosia. (e nisso eu não falhava. Mesmo.)

Sai mexida, com a Mãe aparentemente interrompendo o fluxo no meio. Aparentemente. Ela me disse que continuaríamos, porque ao invés de me abrir, estava me fechando.

No dia do meu casamento, com meu noivo ao lado, ela continuou e pediu que eu me posicionasse. E foi LINDO. Durante o casamento, eu agradeci a tudo que recebi, tanto pra minha mãe quanto pro meu pai, assim como meu marido. Foi tocante, emocionante, definitivo.

A constelação permitiu que eu entrasse em lugares e aceitasse coisas que nunca antes eu poderia aceitar. Aceitar que meu pai fazia parte do meu passado, sem que isso me machucasse, ou ferisse sua memória. Me fez ver que muitas das minhas limitações provinham de experiências que eu sequer lembrava ou tinha acesso. A constelação quase matrimonial me fez leve em relação ao conceito de família que eu aceitava pra mim naquele momento. É uma terapia rápida, voando, que me mexe com tudo, e que depois coloca tudo no lugar.

Após essa experiência, eu acabei fazendo uma constelação profissional. Eu era uma boa profissional que poucas vezes fui reconhecida. Após a constelação e tudo que fui entendendo, hoje as pessoas me veem de forma diferente, eu me vejo de forma diferente, e tudo o que posso sentir é gratidão. Sou uma pessoa renovada, renascida, e hoje o aprendizado que tive se mantem e se leva pra outros cantos de minha vida. É uma experiência única que deveria ser obrigatória a todos.” Bia Blanco out/2019

 

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